segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Brasília Confidencial

Clique nas imagens para ler em tamanho ampliado





.

PressAA

.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Olha Israel aí, gente!



SAMBA DO CRIOULO ASSAZ ATROZ

Foi lá na Terra Santa
Onde nasceu Jota Kristo
Que a galera palestina
Arresolveu se assentar
Mas Adolfo Hitler
Tinha outros pretendentes
E obrigou os sionistas
A acabar
Com com aquela gente

Lá! Iá! Lá Iá! Lá Iá!
O bode que deu
Vou te contar...(bis)

Oooo... Netanyahu
Que também é
Um desses Zé Mané
Queria ser dono do mundo
E se elegeu Bush Segundo

Das estradas do Egito
Seguiu pra Bahia
E falou com Caetano
No programa do Jô
Declarou seu amor
E aliou-se ao baiano
Da união deles dois
Ficou resolvida a questão
E foi proclamada
A escrotidão...
E foi proclamada
A escrotidão...

Assim se conta
Essa história
Que é dos dos
A maior glória
Shiiiimon Peres virou bomba
E Obama
É uma explosão também...

Oh Oh! Oh Oh Oh Oh!
O pau tá levantado
Ou já baixou...(bis)
________________________

TERRORISTAS/SIONISTAS CONTRATAM ESCOLA DE SAMBA CONTRA AHMADNEJAD

Laerte Braga

Grupos empresariais e banqueiros sionistas (judeus) contrataram passistas de escolas de samba do Rio de Janeiro para manifestações em Ipanema, contra a visita do presidente do Irã Mahamoud Ahmadnejad ao Brasil. O presidente do Irã chega nesta segunda-feira a convite do governo brasileiro.

A manifestação terrorista/sionistas falou em direitos humanos. Milhares de palestinos foram mortos por terroristas de Israel desde 1948 em ações criminosas condenadas por organizações internacionais de direitos humanos, pela ONU. Essas violações persistem e o governo de Israel mantém hoje um muro que separa palestinos de judeus, em terras palestinas, onde tomou conta de água palestina em nome do lucro, do terrorismo sionista e da barbárie que é marca registrada do Estado de Israel.

A contratação de sambistas, passistas, baianas, a realização do protesto em Ipanema mostra o que pensam e como enxergam o Brasil os terroristas de Tel Aviv.

Israel falar em direitos humanos é mais ou menos como Beira-mar dizer que não tem nada a ver com o tráfico de drogas.

Há uma clara tentativa de pautar a política externa brasileira pelo consórcio terrorista EUA/ISRAEL. O general Shimon Peres, presidente de Israel e notório assassino de palestinos, esteve há dias no País em visita não programada, mas insinuada, na tentativa de esvaziar o impacto da visita do presidente do Irã e buscar apoio junto a organizações internacionais que atuam no País (PSDB, FIESP/DASLU, DEM, PPS, etc).

Peres, com apoio da mídia estrangeira que opera no Brasil, organizações GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, REDE BANDEIRANTES, etc, etc, chegou a dar palpites na questão do pré-sal, sugerindo que o Brasil entregue essa riqueza a grupos estrangeiros (sionistas, naturalmente, são os principais acionistas da Cervejaria Casa Branca).

Agentes do MOSSAD, principal braço do terrorismo de Israel agem à larga no Sul do Brasil, onde existe uma grande colônia palestina e árabe de um modo geral. E o quinto maior reservatório subterrâneo de água doce, o Aqüífero Guarani. Estão interessados na pilhagem dessa água, como fizeram na Palestina.

Mahamoud Ahmadnejad é um professor universitário, foi eleito e reeleito presidente do Irã pelo voto direto do povo iraniano, enfrentou e venceu uma tentativa de golpe montada pelos EUA e por Israel e é fácil entender as razões que levam o reich sionista a tentar isolar o Irã do resto do mundo.

A perspectiva de um equilíbrio militar e econômico no Oriente Médio começa a colocar em risco as políticas expansionistas e brutais de Israel ao longo desses anos.

Boçalidade é o que caracteriza a ação de Israel em relação aos palestinos. Apropriação da água de territórios da Palestina, destruição de casas, de estruturas capazes de assegurar a sobrevivência do povo palestino (indústria, comércio), numa ação contínua, planejada e com apoio dos governos norte-americanos.

Prisões indiscriminadas, tortura, estupro de mulheres palestinas, o repertório que aprenderam com Hitler.

O único acordo de paz ou tentativa de tal, firmado no governo do presidente Clinton, entre Yasser Arafat e o então primeiro ministro de Israel o general Ytzak Rabin terminou com o assassinato de Rabin por um fanático sionista e abriu caminho para a ascensão de um dos mais perversos e sanguinários líderes dos últimos tempos, o general Ariel Sharon, responsável pelos massacres de Sabra e Chatila, onde até os rebanhos foram mortos e degolados na sanha criminosa do sionismo.

De lá para cá Israel em momento algum disfarçou suas políticas terroristas.

Há uma clara tentativa de criminalizar desde países que buscam resistir à barbárie do capitalismo norte-americano ou do nazi/sionismo, a movimentos populares como o MST no Brasil, tudo desembocando na percepção que nosso País tornando-se senhor do seu destino passa a influir de maneira decisiva no contexto político, econômico e militar em todo o mundo e isso não interessa nem a norte-americanos e nem a sionistas.

Ao contratar passistas e integrantes de uma escola de samba para tentar despertar a atenção das pessoas e criar um clima de repúdio à visita de um presidente de um país amigo, organizações sionistas brasileiras agem de forma descarada e nivelam o povo brasileiro por baixo, mais ou menos como aquele negócio de escolher a gravata de Willian Bonner para as mentiras do dia no JORNAL NACIONAL (nacional deles).

Qualquer dia vão escolher a cueca, a meia, enquanto torturam, matam, roubam e permanecem impunes.

Existem mais de 50 decisões da ONU condenando Israel por violações de direitos humanos (não conhecem isso, sionistas são inumanos) e nenhuma delas é acatada ou respeitada. O respaldo da Cervejaria Casa Branca ao governo terrorista de Tel Aviv é pleno e absoluto.

O Holocausto, uma realidade a que foram submetidos judeus, ciganos, homossexuais, negros, é hoje uma realidade imposta ao povo palestino pelos sionistas, pelo estado terrorista de Israel, sem diferença alguma.

A decisão do governo brasileiro de receber o presidente do Irã diz respeito ao Brasil e não a Israel, ou a norte-americanos.

Como disse o presidente Chávez é hora de começar a discutir a Quinta Internacional como forma de organizar em todo o mundo a resistência às hordas de bestas feras dos EUA e de Israel.

Ressuscitaram a suástica.

O jornalista Laerte braga é colaborador desta nossa Agência Assaz Atroz
.

PressAA

.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A fábrica de mentiras

A FÁBRICA DE MENTIRAS

Laerte Braga

Para tentar entender a complexa quadrilha que conhecemos como grande mídia é necessário estabelecer as relações de cada um desses veículos de comunicação, sejam as redes de tevê, as rádios ou os jornais e as revistas.

A legislação brasileira não proíbe que um grupo empresarial detenha o controle de emissoras de tevê, de rádios, jornais e revistas a um só tempo. Ao contrário da legislação norte-americana que dispõe, inclusive, de mecanismos para evitar monopólio de audiência em redes de tevê, com a preocupação, em tese, de controle da opinião pública. No Brasil isso permite a concentração de mídias e, óbvio, uma interferência maior junto à opinião pública, a rigor um monopólio, mesmo que tevês e rádios sejam concessões de serviços públicos. À falta de legislação específica, atendem a interesses privados.

Entre nós jornal televisivo vira farsa e espetáculo quando o apresentador do principal deles, o de maior audiência, vai a um programa num canal de tevê por satélite, do mesmo grupo, e “permite” que os telespectadores definam a gravata que vai usar à noite, quando da apresentação do show. O pressuposto da participação. Você decide a roupa, e ele decide que verdade interessa a quem paga a gravata.

Tancredo Neves todas as vezes que queria enrolar (no bom sentido) Ulisses Guimarães sobre assuntos que entendia de risco para o antigo MDB, isso no período da ditadura, dizia a Ulisses que o fato havia sido noticiado ou no THE GLOBE (a versão editada no Brasil sob o título O GLOBO), ou no JORNAL DO BRASIL, então os dois maiores diários impressos do País.

Sabia que Ulisses lia apenas a FOLHA DE SÃO PAULO e o ESTADO DE SÃO PAULO. Era o suficiente para alcançar seus objetivos. Tanto um quanto outro eram, como são, jornais regionais, com algum alcance nacional (a FOLHA chegou a ser um jornal de ponta em todo o Brasil, hoje não é mais).

O fim do império de Assis Chateaubriand, DIÁRIOS E EMISSORAS ASSOCIADOS, começou com a ascensão da REDE GLOBO DE TELEVISÃO, pouco antes da queda do presidente Goulart. Seja pelos altos investimentos de grupos estrangeiros nas empresas de Roberto Marinho, já dentro do esquema de golpes militares que se estenderiam mais tarde a toda a América Latina, seja pelas características de Chatô, bem definidas por Fernando Moraes num livro do mesmo nome, onde descreve e conta a vida da primeira versão cabocla de Cidadão Kane brasileiro.

A entrada em cena da EDITORA ABRIL se deu a partir da revista REALIDADE, mensal. “O CRUZEIRO” (semanal, edição em três línguas e cinco milhões de exemplares a cada uma das edições) estava indo ladeira abaixo e MANCHETE e MUNDO ILUSTRADO, outras duas revistas de circulação mais ou menos nacional, além de ALTEROSA, restrita a Minas Gerais, não conseguiam ou não conseguiram decolar, limitaram-se a determinados espaços.

O GRUPO ABRIL deliberadamente tratou de temas considerados tabus à época e vendeu, através de REALIDADE, a imagem de revista progressista, independente. Chegou a ser retirada das bancas em algumas oportunidades, como quando apresentou uma pesquisa sobre a conduta sexual do jovem brasileiro, isso no final da década de 60, algo então impensável num País governado por generais que se escoravam na tradição, na Pátria, na família. Mas a moda deles e com o lucro para eles.

O tema, comportamento sexual dos jovens, aparentemente polêmico, era uma época de profundas mudanças nos costumes, servia a conquistar público mais tarde a ser iludido nas mentiras de Diogo Mainardi.

Em 1974, com a vitória do MDB em dezessete estados da Federação nas eleições para o Senado, o presidente Ernesto Geisel percebeu que era necessário estabelecer algo mais que censura prévia nos veículos de comunicação. Era preciso modificar todo o processo de comunicação, rádio e televisão principalmente, quebrando redes regionais e unificando a linguagem a ser vendida aos brasileiros, logo, o modo de ser, a idéia, o como vestir, como comer e como ser patriota.

A GLOBO foi o principal agente desse processo. O avanço foi muito além daquele negócio de mudar a legislação eleitoral e transformar o que se pretendia fosse um debate democrático, numa exposição ridícula de retratinhos e currículos.

Começa aí a ganhar vulto o que já vinha sendo desenhado desde o golpe de 1964. Um Brasil que pensa igual, onde os valores culturais de cada região eram violentados e substituídos pela cultura de massas vendida pela GLOBO.

Se alguém tiver dúvidas sobre o caráter da GLOBO, do grupo GLOBO num organismo de uma nação como o Brasil, não tenha dúvida que é um câncer. Que corrói as entranhas do ser, dos sentimentos nacionais, da cultura brasileira e nos transforma a todos em objetos diante de um mundo que desce ladeira abaixo num processo de autofagia a que chamam progresso.

Existem GLOBOS espalhadas por todos os cantos do mundo.

Um bobalhão ávido de sucesso e a veicular mentiras como o faz William Bonner diariamente, esse tipo de figura desprezível existe também em vários cantos e pior, costumam se levar a sério. É padrão estabelecido pelos senhores.

Os antigos donos de grandes impérios de comunicação em seus países, hoje aumentaram o espectro Kane, são senhores de impérios mundiais.

Vendem o modelo político e econômico, vendem o capitalismo. No prodígio da tecnologia você compra um relógio a dez reais num camelô em qualquer rua de qualquer cidade e pode se gabar que a peça tal foi fabricada em Taiwan, a outra na Índia, uma terceira na Indonésia e todo o conjunto foi montado em Manaus.

Essa forma de ser, esse modo de produção, é também o fim da referência do trabalhador consigo e seu trabalho, mesmo na velha e presente luta de classes.

A mídia no Brasil hoje trabalha dentro do esquema do neoliberalismo, da chamada nova ordem econômica (nascida com o fim da União Soviética), vende a idéia que a notícia será ou terá maior importância se William Bonner estiver usando a gravata que você escolhe através de uma eleição democrática, ou por telefone (dando ganho às operadoras), ou pela net, acessando o portal do grupo.

Nessa medida e levando em conta a natureza do capitalismo nos dias atuais, as principais quadrilhas que operam a economia estabeleceram um modus vivendi bem semelhante, ou melhor, semelhante ao das máfias clássicas e criaram regras para manter o controle.
Tudo se baseia no pressuposto que estamos vivendo num estado de direito, onde a ordem democrática é garantida por instituições sólidas e sérias, assim como o STF presidido por uma “dançarina”, o ministro Gilmar Mendes.

A mídia entra aí nesse esquema escorada na aparente seriedade, ou na forma de alerta que faz aos brasileiros para manter intocados os privilégios, os feudos e preservar essa nova Idade Média, a da tecnologia, do fantástico mundo dos robôs, das bonecas e bonecos infláveis, da dança do Faustão. E até aos 43 anos, depois, vai para o almoxarifado de bonecas imprestáveis ao consumo e ao imaginário das pessoas.

E uma grande plantação de abóboras que Bonner chama de Homer Simpson, ávidos de esganarem os Nardoni, sem se perceberem esganados em cada palavra da senadora Kátia Abreu, ou cada crise histérica do governador paulista José Jânio Serra, ou cada cheirada do governador de Minas Aécio Neves, tudo enquanto FHC constrói sua pirâmide e o mundo toma conhecimento que o faraó se deixou seduzir por uma bela cozinheira e lá estão, cozinheira e filho funcionários do Senado Federal.

Mas o grande culpado, o vilão, neste momento no Brasil, é Cesare Battisti. Daniel Dantas é um empreendedor que gera empregos e progresso, Protógenes Queiroz um delegado que teima em atrapalhar tudo com essa mania de não saber distinguir ladrões de galinhas de ladrões de cofres públicos e na abalizada opinião de Dona Miriam Leitão o Brasil não tem competência para cuidar do pré-sal, deveria entregar logo e cuidar de organizar a tabela do próximo campeonato ou voltar suas atenções para a edição do BBB de 2010.

É uma nova categoria, os BB e os ex-BB.

A mídia no Brasil é a soma de umas poucas e fechadas máfias. Controlam o País inteiro, informam o que bem entendem e quando o cordeiro cisma de beber água abaixo do local onde o lobo bebe, coloca a boca no trombone reclamando liberdade de imprensa.

Com gravata escolhida democraticamente pelos telespectadores o apresentador do JORNAL NACIONAL diz sem qualquer escrúpulo, ou peso na consciência que a queda do avião da TAM aconteceu por não existirem ranhuras na pista do aeroporto de Congonhas, cujas obras foram feitas às pressas com finalidade eleitoral.

No meio do caminho surge uma pedra, o reverso, e do reverso se descobre que a manutenção é precária, o avião no dia anterior já apresentara problemas num pouso, aí VEJA socorre e transfere a culpa de tudo para o piloto.

Ou com gravata democrática ou não, decide o dito apresentador, que mais importante que o acidente com um avião da GOL é um dossiê falso comprado a um delegado corrupto, tudo montado, para tentar influir no resultado das eleições.

Só nessa gravatada toda somamos pelo menos 300 mortos. E o governo passa a ser culpado. Culpado do mau caratismo da empresa, a TAM, da morosidade e corrupção de alguns setores da justiça nos processos das famílias das vítimas.

Em vias de ir à falência, em 2002, a GLOBO pegou 250 milhões de dólares do BNDES numa das mais torpes chantagens da história da política e das comunicações no Brasil. Jogou Roseana Sarney para o alto nas pesquisas do IBOPE, montadas evidente, para oferecer ao prejudicado imediato, José Jânio Serra a solução, os tais 250 milhões de dólares e a cabeça de Roseana.

E assim em cada estado brasileiro, ou alguém acha que Aécio ganha loas do ESTADO DE MINAS, um dos últimos sobreviventes dos DIÁRIOS E EMISSORAS ASSOCIADOS, por conta dos seus olhos, ou porque tem bons contatos na direção da empresa. É só pegar as contas do governo mineiro e ver quanto se gasta em publicidade direta e indireta e fazer o mesmo com o paulista, nas milhares de assinaturas de revistas da EDITORA ABRIL.

RBS no Sul, jornais estaduais no Norte e Nordeste e os coadjuvantes (estão perdendo espaços, leitores, tiragens bem menores, mas ainda assim perigosos) FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, etc, etc. O ESTADO DE SÃO PAULO ainda tem um atenuante, acredita que o Brasil é governado por Pedro II e a escravidão não foi abolida. Não saiu do século XIX. Tem medo de chegar ao XX, que dirá ao XXI, até em termos de conservadorismo.

O jornal FOLHA DE SÃO PAULO edição de 20 de novembro, traz um suposto inquérito existente na Polícia Federal, já desmentido, que liga Cesare Battisti a atividades terroristas no Brasil. Nessa mania de mentir sempre que se torna necessário socorrer uma das máfias, ou abrir espaços para notícias mentirosas, faz pouco tempo que o jornal forjou uma ficha criminal da ministra Dilma Rousssef, desmentida pelo onbudsman da empresa.

Quem ganhou? O onbudsman perdeu, lógico. A verdade não interessa. Esse negócio de onbudsman é igual infográfico, você começa lá do começo e quando chega no fim não tem noção de coisa alguma, exatamente o objetivo desse jornalismo de mentiras, confusões deliberadas.

A decisão de cinco dançarinas do STF entendendo que o Brasil deve entregar Cesare Battisti ao governo da Itália acabou prejudicada quando uma delas entendeu que essa decisão em instância final pertencia ao presidente da República. Como pertence. Imagine a reação da estrela da companhia de danças Gilmar Mendes. Entre outras coisas perde a chance de acrescentar à sua coleção de medalhas a ordem do macarrão. Berlusconi costuma entregá-la em festas nos seus palácios, onde sobram mastros para exibição de dotes artísticos tanto de dançarinas como de que tais.

A campanha para pressionar Lula começa com as declarações da velha cafetina José Sarney, antes alvejado por essa mesma mídia e ganha fôlego, abre o cenário hoje, na tal inquérito que a FOLHA menciona.

Mais ou menos como se um monte de chefes mafiosos decidissem eliminar um perigo, um inimigo, um intocável, se agrupassem num determinado lugar e ficassem aguardando uma senha. Tipo assim, “garotas de Berlusconi”. “filhos de FHC” (não que isso importe, o problema é outro, é esconder e tentar criticar adversários com esse tipo de argumento).

Aí começa o tiroteio.

Será que alguém faz idéia do número de jornalistas demitidos ao longo da história por terem se mantido íntegros? Não precisa ir longe, no ESTADO DE MINAS, em Belo Horizonte, a pedido de Aécio ou da irmã querida do governador? Ou em São Paulo, a pedido de José Jânio Serra?

De profissionais humilhados por se recusarem a mentir?

Bonner não está nesse meio. É mentiroso por vocação, aceita e cumpre o papel e ainda deixa que você, que ele chama de Homer Simpson, trata como abóbora, escolha a gravata do dia.

E um monte deles. Jabor, Miriam Leitão, Alexandre Garcia, Délia Ortiz, Lúcia Hippolito, Eliane Catanhede, todo um exército de pistoleiros à disposição de Capones de maior ou menor porte, seja Marinho, seja Frias, seja Mesquita, seja Civita.

A grande mídia não é uma fábrica de chocolates como no filme. É uma fábrica de mentiras, montadas na estrutura de uma sociedade de espetáculos em que somos aqueles que entramos com as cabeças cobertas por abóboras nas receitas da especialista em flora e fauna Ana Maria Braga, a conservada senhora em formal e que nos brinda com um louro mecânico sempre pronto para salvá-la de cada mancada, cada barbárie.

A mídia é isso. Um braço de interesses maiores.

E Cesare Battisti é só um bode expiatório dessa gente.

O jornalista Laerte Braga colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz

.

PressAA
.